Os beneficiários do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) receberam, até 18 de janeiro, 9% da dotação total, o equivalente a 1.448 milhões de euros, foi anunciado.

De acordo com o último ponto de situação operacional do PRR, no que se refere aos pagamentos, destacam-se as entidades públicas, com 469 milhões de euros, as empresas públicas, com 289 milhões de euros, e as escolas, com 212 milhões de euros.

Seguem-se as empresas (157 milhões de euros), as famílias (129 milhões de euros), as autarquias e áreas metropolitanas (106 milhões de euros), as instituições de ensino superior (41 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (36 milhões de euros) e as instituições do sistema científico e tecnológico (nove milhões de euros).

As aprovações, por seu turno, ascendem a 11.564 milhões de euros (69%), sendo que 3.995 milhões de euros referem-se às entidades públicas, 2.830 milhões de euros às empresas e 2.209 milhões de euros às empresas públicas.

Entre os maiores montantes aprovados surgem ainda as autarquias e as áreas metropolitanas (1.125 milhões de euros), as instituições de ensino superior (609 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (282 milhões de euros) e as escolas (247 milhões de euros).

Com os valores mais baixos figuram as famílias (136 milhões de euros) e as instituições do sistema científico e tecnológico (131 milhões de euros).

Até 18 de janeiro, foram submetidas 147.032 candidaturas e aprovadas 93.320.

O montante total do PRR (16.644 milhões de euros), gerido pela Estrutura de Missão Recuperar Portugal, está dividido pelas suas três dimensões estruturantes – resiliência (11.125 milhões de euros), transição climática (3.059 milhões de euros) e transição digital (2.460 milhões de euros).

As três dimensões apresentam uma taxa de contratação de 100%.

Este plano, que tem um período de execução até 2026, pretende implementar um conjunto de reformas e investimentos tendo em vista a recuperação do crescimento económico.

Além de ter o objetivo de reparar os danos provocados pela covid-19, este plano tem ainda o propósito de apoiar investimentos e gerar emprego.

/ HCL