Verratti e a noite de Paris: «Não ia ficar em casa todos os dias» - TVI

Verratti e a noite de Paris: «Não ia ficar em casa todos os dias»

Aniversário de Verratti

Jogador italiano garante que nunca deixou de ser profissional nos onze anos em que jogou no Paris Saint-German

Relacionados

Marco Verratti abriu o coração aos adeptos do Paris Saint-Germain, numa entrevista ao jornal L’Equipe, poucos meses depois de ter deixado o clube, ao fim de onze anos, para assinar pelo Al Arabi, do Qatar. O médio italiano de trinta anos foi sempre associado à vida noturna da capital francesa, mas garante que nunca deixou de ser profissional e nunca chegou «um minuto atrasado a um treino».

«É a minha forma de ser. Para mim, o futebol continua a ser um jogo. Além disso, tenho a minha vida própria. Os poucos prazeres que tinha, passavam por ir a um restaurante, beber um copo de vinho e só fazia isso quando não tinha treino. Há jogadores que se escondem, eu sempre assumi, tanto na vida, como nos relvados. Penso que as pessoas gostavam de mim também por isso: vêm que sou uma pessoa normal», começou por referir.

As saídas à noite, garante Verratti, eram apenas a vida normal de um jovem que nunca deixou de ser profissional. «Sabia os momentos em que podia ir jantar com os meus amigos, ir a uma discoteca, quando era mais jovem. Passei aqui onze anos, é normal que as pessoas me vejam mais vezes. Não ia ficar todos os dias em casa. Não é compatível com o futebol de alto nível? Sempre fui profissional», destacou.

O jogador italiano vai mais longe e dá exemplos concretos. «Se todos os treinadores que tive, tanto em Paris como na seleção, gostavam de mim – e não era pela minha personalidade, éramos pagos para jogar – se és sempre titular num clube que tem capacidade de comprar os melhores jogadores e ir recrutar à concorrência todos os anos, com treinadores que não dão prendas, é por reconhecimento, não?», perguntou.

A fechar, Verratti deu mais um exemplo do seu profissionalismo. «Todos os que me conhecem sabem o que dei ao clube. Nunca cheguei um minuto atrasado a um treino em onze anos», destacou ainda.

Continue a ler esta notícia

Relacionados