João Palhinha: «Na seleção olhamos para o lado e sentimos a confiança do colega» - TVI

João Palhinha: «Na seleção olhamos para o lado e sentimos a confiança do colega»

Médio do Tottenham considera que o «espírito de união» está acima do que esteve nos últimos anos

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João Palhinha fala numa nova mentalidade da Seleção Nacional, numa mentalidade vencedora assente na união do grupo, qualidade dos jogadores e numa confiança renovada, a poucos dias dos jogos com a República da Irlanda e Hungria.

A Seleção Nacional tem agora uma mentalidade mais vencedora. Como estão a viver essa mudança?

«Foi não só por termos ganho a Liga das Nações, mas por também termos vindo a conquistar vitórias atrás de vitórias. Isso traz muita confiança à equipa. Estamos a atravessar uma fase na seleção em que olhamos para o lado e sentimos a confiança no colega que está ao nosso lado. Não só a qualidade, que sempre esteve presente nos últimos anos, mas sentimos também que o espírito e a união está se calhar acima do que esteve no passado. Talvez fosse isso que faltasse em momentos também. Noto uma seleção muito unida, acima de tudo, e com muita fome de ganhar títulos. A motivação é muito alta da parte, não só dos jogadores, mas da parte do staff e tudo aquilo que engloba a Seleção Nacional. É muito sobre isto.»

Antes da final da Liga das Nações, o selecionador destacou a suas principais qualidades e falou em intensidade, influência e na inteligência a nível tático. Como olha para estes elogios?

«Sempre estive comprometido com a seleção. Já posso dizer que estou aqui há uns bons anos na seleção, isso deixa-me muito orgulhoso e sempre tive fases diferentes em quase todos os momentos em que estive aqui. É um sinal do compromisso que tenho com este grupo. Sempre que sou chamado é um orgulho tremendo voltar a casa e poder representar o nosso país. Vocês sabem também as características que me enquadram enquanto jogador, sabem o que posso acrescentar à equipa. Vou falar mais do meio-campo porque é a posição onde jogo mais. Todos os jogadores que englobam o meio-campo têm características diferentes, quer eu, o Vitinha, João Neves, o Bruno, o Bernardo. Cada um de nós pode acrescentar coisas diferentes. Isso ajuda muito à competitividade na seleção e acho que é uma mais-valia para o selecionador poder contar com características diferentes. Sou o mesmo João que, desde 2020, com a mesma fome de poder ajudar a seleção no máximo possível». Esse compromisso esteve sempre presente.»

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