Homem condenado a nove anos e meio de prisão por violar e roubar idosa em Condeixa-a-Nova - TVI

Homem condenado a nove anos e meio de prisão por violar e roubar idosa em Condeixa-a-Nova

  • Agência Lusa
  • MSM
  • 28 set 2023, 10:09
Preso

O arguido de 37 anos conhecia a vítima desde a infância

Relacionados

O Tribunal de Coimbra condenou esta quinta-feira um homem de 37 anos a nove anos e seis meses de prisão, por violar e roubar uma idosa numa aldeia de Condeixa-a-Nova, em fevereiro.

O coletivo do Tribunal de Coimbra recordou que o arguido tinha admitido a maior parte dos factos, exceto uma ameaça com recurso a um garfo à vítima, mas acabou por dar como provados todos os crimes de que era acusado.

O homem de 37 anos acabou condenado a nove anos e seis meses de prisão por um crime de violação agravada e um crime de roubo, tendo sido também determinado o pagamento de uma indemnização de 10 mil euros à vítima por parte do arguido.

O Tribunal de Coimbra atendeu à “gravidade da atuação” e ao facto de o homem conhecer a casa e a vítima, que tinha vários problemas de saúde.

O arguido irá continuar em prisão preventiva até ao trânsito em julgado do acórdão do tribunal, referiu o juiz que presidiu ao coletivo.

“Quanto à gravidade dos factos, nada há a acrescentar. Os factos falam por si. Aproveite o tempo na prisão para mudar a sua vida”, disse o juiz, dirigindo-se ao arguido.

De acordo com a acusação a que a agência Lusa teve acesso, o homem de 37 anos, pedreiro de profissão, ter-se-á deslocado na madrugada de 21 de fevereiro à residência da vítima, que conhecia desde a sua infância, entrando por uma janela lateral.

Dentro da habitação, ameaçou a vítima com um garfo para que lhe desse todo o dinheiro que teria na sua posse e violou-a.

O Ministério Público salientou que a mulher de 81 anos padece de “patologia depressiva e respiratória graves, hipertensão arterial, diabetes, dificuldades de visão e de audição”, e tem “muito fraca mobilidade”, apresentado um “nível reduzido de autonomia, circunstâncias do conhecimento do arguido”.

Continue a ler esta notícia

Relacionados