João Paulo Nascimento, presidente da Associação Portuguesa de Medicamentos pela Equidade em Saúde - EQUALMED -, analisa o impacto da guerra no Médio Oriente na produção de medicamentos em Portugal. Para já, "não há motivo para alarmes", avisa, mas prolongamento do conflito pode agravar a situação.
VÍDEO SEGUINTE
Sobre este vídeo
Ainda "não há razão para pânico" mas "podemos estar perante uma inviabilidade económica de alguns medicamentos" se a guerra continuar
3 abr, 11:01