Aurílio Nascimento, o comissário brasileiro que investigou a morte de Rosalina Ribeiro, classificou como um "absurdo inimaginável" o pedido do Tribunal de Sintra para que ajude a localizar testemunhas 16 anos após o crime.
O investigador sublinha que o processo, que tem o antigo deputado Duarte Lima como único arguido, continua sem julgamento em Portugal e que muitas das testemunhas arroladas já faleceram, facto que já tinha comunicado anteriormente às autoridades portuguesas.