A ministra da Justiça considera inadequadas as perguntas de avaliação psicológica feitas aos candidatos a juízes e a procuradores. Algumas delas questionavam se os futuros magistrados tinham diarreia com frequência, se pensam em sexo regularmente ou se o destino do inquirido era ser infeliz desde que nasceu.
Rita Alarcão Júdice acredita que “todas elas têm um racional subjacente e foram feitas para responder a determinadas questões”, mas sublinha que este tipo de questionário só pode ter uma explicação - a falta de experiência de quem faz o concurso.
