Diz ter estado privada da liberdade durante mais de 28 horas, até que os procuradores concluíram que a voz numa chamada incriminatória não era a sua. O caso será julgado no Tribunal Administrativo de Braga.
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Empresária esteve mais de um dia presa injustamente e agora quer uma indemnização do Estado
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Pedro Monteiro

20 mai, 15:21