Paulo Portas descreve a relação entre os EUA e a Arábia Saudita como um pacto estratégico em torno do petróleo e do dólar, agora reforçado pela cedência de caças F-35 a Riade, algo que irrita Israel por lhe retirar vantagem militar. No seu espaço de comentário, destaca que Mohammed bin Salman é visto internamente como reformador, mas externamente como autoritário, e aponta ainda os receios de fuga de tecnologia para a China e de negócios pouco transparentes entre a família real saudita e a família do presidente dos EUA.
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"Enquanto venderem o petróleo em dólares, nós garantimos a vossa defesa". Paulo Portas analisa relação EUA-Arábia Saudita
23 nov, 22:20