Seis meses depois da tempestade Kristin, grande parte das 200 mil casas e 20 mil empresas atingidas continua à espera das obras de recuperação. O problema é que não há trabalhadores que cheguem.
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Falta de mão de obra atrasa trabalhos de recuperação depois da tempestade Kristin: "Falta muito trabalho de base"
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António Pereira Gonçalves

28 jul, 21:58