Paulo Portas sai em defesa de Carlos Moedas ao defender que as primeiras conclusões sobre o acidente do Elevador da Glória, que matou 16 pessoas, mostram que a responsabilidade “é técnica”.
“A responsabilidade, vê-se aqui com toda a clareza, é técnica”, afirmou este domingo no seu espaço de comentário “Global” na TVI (do mesmo grupo da CNN Portugal).
O espaço de comentário desta semana começou com a análise da cimeira de segurança da China, que Portas considera uma “proeza diplomática” do presidente chinês. E que veio mostrar que a aliança entre a China e a Rússia está “estável”.
Na análise à política americana, Portas lembrou que Trump precisava de uma “distrição” ao renomear o Ministério da Defesa como Ministério da Guerra. “Para candidato a Prémio Nobel da Paz, não está mal com um ministério da Guerra”, ironizou.
Por fim, o susto da presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, durante uma viagem de avião que serviu, segundo Portas, para que esta percebesse que Putin é “um líder ameaçador, que se arroga ao direito de ameaçar, destruir e invadir”.
Tempo ainda para avaliar a situação no Brasil e em França.
