O Ministério da Saúde conta ter identificadas até ao final de novembro as novas urgências regionais.
O Governo admite que a ortopedia em Lisboa e Vale do Tejo é uma das respostas a considerar nesse processo. Já os médicos dizem que essa não é a solução, uma vez que estes doentes necessitam de cuidados integrados, desde a cirurgia até à recuperação.
Os médicos consideram que o modelo não resolve os problemas da especialidade, nomeadamente perante a falta de especialistas para assegurar uma resposta adequada.