O diretor financeiro e do património da PJ foi afinal quem sugeriu a entrega do atrelado envolvido num processo de droga à empresa Construbarcelos, do amigo do ministro da Administração Interna. Apesar de a sugestão não ter sido feita pelo então diretor nacional daquela polícia, coube na mesma a Luís Neves dar o seu aval, para que a decisão avançasse. Quanto aos químicos que estavam nesse atrelado, o Ministério Público tinha ordenado a sua destruição, mas estes também acabaram na empresa do empreiteiro João Carvalho.
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Químicos no atrelado da polémica não foram destruídos porque a PJ não tinha dinheiro
28 jul, 20:54
