A cimeira da NATO, que decorreu esta semana, em Haia, acordou aumentar os gastos de defesa dos membros da aliança para 5% do PIB até 2035, com 3,5% deste valor para as forças armadas e 1,5% para as infraestruturas. Paulo Portas destacou o papel do secretário-geral da aliança, Mark Rutte, que, apesar de "não ter feito uma figura bonita", pode ter sido "eficiente".
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Rutte teve uma posição "menos digna" mas eficiente que "causou na Rússia a reação que causou"
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Paulo Portas

29 jun 2025, 21:45