Paulo Portas diz que o plano de Trump para a Ucrânia é, na prática, uma capitulação: premeia Moscovo com território, energia, parte dos ativos congelados, regresso ao G8 e ainda a gestão do gás ucraniano. Já Kiev ficaria limitada na sua constituição (sem NATO), com forças armadas reduzidas e excluída, tal como a União Europeia, da gestão de crises na futura zona desmilitarizada. Um desenho que, avisa o comentador da TVI, dá à Rússia no papel o que não conseguiu no campo de batalha.
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"Se este plano chegasse aos finalmentes a Rússia ganhava politicamente o que não ganhou militarmente"
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Paulo Portas

23 nov, 21:43