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Empresas de apoio domiciliário estão disponíveis para receber dez mil utentes e ajudar SNS a "libertar camas"

Rita Cosme, membro da direção da Associação Nacional das Empresas Privadas de Apoio Domiciliário (AEPAD), garante que o setor está “unido” para ajudar o serviço público a dar resposta aos utentes. A associação está disponível para receber dez mil utentes, mas vê na atual legislação um obstáculo: “A lei é de 1989, nunca foi modificada e tem de ser atualizada para a realidade de hoje porque não nos permite trabalhar com o Estado ao mesmo nível que o setor social e cooperativo.”

16 dez 2025, 11:32
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