Há mais de mil milhões de euros em certificados de aforro em risco de prescrição. A maioria são poupanças esquecidas de titulares que já morreram ou contas desatualizadas. Outra parte corresponde a certificados cujos donos não estão identificados.
O Tribunal de Contas alerta para falhas no controlo e avisa que parte deste dinheiro pode mesmo desaparecer.
A agência que gere a dívida pública garante estar a trabalhar para identificar os beneficiários e recuperar parte das poupanças esquecidas.