Foi aberto um inquérito ao caso da grávida que sofreu um aborto espontâneo e ficou uma hora à porta do Hospital das Caldas da Rainha. Os bombeiros, que foram acionados pelo INEM, garantem que o hospital só atendeu a mulher depois de muita insistência. Já o hospital garante que nunca recusou o socorro
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"Estamos num país de terceiro mundo": bombeiros e hospital entram em contradição sobre grávida a sangrar à porta de hospital
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Margarida Neves de Sousa

6 ago 2024, 14:18