Paulo Portas diz que é "a favor da cortesia e da boa educação no Parlamento", a propósito das polémicas declarações de Aguiar-Branco na Assembleia da República, esta semana. "Mas não sou a favor de que o presidente da Assembleia se transforme num polícia da palavra", sublinha o comentador, acrescentando que acha "um pouco estranho" os partidos de esquerda se mobilizarem "a favor de que alguém vá censurar alguém".
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Sobre este vídeo
"O facto de vários deputados dizerem disparates com frequência permite aos eleitores perceberem que elegeram pessoas disparatadas"
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Paulo Portas

19 mai 2024, 22:33