Todas as semanas há protestos em escolas do país e todas as semanas há manifestações, independentemente dos sindicatos que os convocam.
O governo gostaria que a luta começasse a perder força pelo cansaço e por todos aqueles que são prejudicados com as paralisações: em primeiro lugar os alunos, e depois os pais que não sabem onde deixar os filhos em dias de paralisação.