Diana (Inês Castel-Branco) sai de casa para ir às compras. Está por ali um carro preto estacionado em segunda fila, onde o condutor ajeita as suas luvas pretas. Diana está à espera para atravessar. O carro avança na direção de Diana. O carro vai na direção de Diana, quando o Padre aparece e grita para Diana. Ela congela e o Padre puxa-a, impedindo-a de ser atropelada. Diana fica em pânico.
O Padre (Paulo Matos) acha que o quase atropelamento não foi acidental e que Diana devia repensar o seu plano. Diana diz que não pode voltar atrás, pois só provando a sua inocência é que pode reconquistar os filhos. O Padre acha que Diana devia apresentar queixa pelo que se passou, mas Diana acha que ninguém vai acreditar numa ex-condenada, que vai acusar alguém de um grupo de pessoas ricas. Relembram os suspeitos e Diana inclui Felícia, pois apesar de não ter estado em Marrocos, pode ter mandado alguém. Diana acredita que ninguém a odeia tanto quanto Felícia.