Diana Figueiredo

Joana Ribeiro

Nascida em Lisboa, cresceu numa família de classe média-baixa, num bairro pobre da periferia da cidade. Teve uma infância feliz e mimada pelos pais. Quando quis ingressar na Polícia Judiciária, eles apoiaram-na, mas ela estava mal preparada. Os primeiros anos foram uma catástofre de que ela nunca quer falar. Decidiu então mudar-se para a PJ no Porto, uma cidade nova, uma vida nova. E aí conhece Tiago que poderia ser um novo amor, caso ele não fosse casado. Diana é uma mulher de esquerda e muito empenhada em tudo o que faz. Ateia desde tenra idade, assim que começou a questionar as injustiças do mundo. Fechada em si mesma, às vezes torna-se soturna e obstinada, até um pouco pespineta e caricata. Usa todo o tempo que tem para se concentrar no trabalho, tentando até esconder a beleza inegável que tem de forma a ser levada mais a sério no meio mais masculino onde está inserida. Confia no intelecto e na auto-determinação para resolver todos os problemas, mas é muitas vezes traída pela falta de competências sociais e pouco jeito para o confronto. Prefere resolver tudo pela teoria, mais do que pela prática, o que a coloca em dificuldades pelo trabalho que tem. Apelidada sempre como um rato de arquivos, tenta sempre fugir do trabalho no terreno se isso a puder colocar em perigo. A razão para tal, esconde-a a sete-chaves. Acima de tudo, Diana nunca desiste de procurar justiça e resolução para os casos que investiga. Sobretudo para as mortes de Margarida e de António, ocorridas no decorrer do assalto ao Banco, e a todas as outras que se seguirão. Isto colocará Diana em rota de colisão com Lara e Simão que tentam paralelamente investigar a morte dos pais. Solucionar o mistério desta teia será a sua maior missão.