Rufino
Vítor Norte
Reformado, Rufino adora ter a cabeça cheia, mas detesta ter o copo vazio. Não é, por isso, de estranhar que passe os dias no Ninho Açoreano à conversa e a bebericar com os seus conterrâneos. À margem disso, acredita que pode voltar a amar depois dos 70 e que Delfina pode ser esse grande amor. Vivem
numa picardia constante por conta do seu machismo, mas não se largam.