Vera Kolodzig presencia momento de pânico: «Uma história que poderia ter sido trágica»

  • Mariana Filipe
  • 8 jan 2025, 09:57
Vera Kolodzig presencia momento de pânico: «Uma história que poderia ter sido trágica» - TVI

A atriz falou em primeira-mão sobre o que aconteceu.

Esta segunda-feira, 6 de janeiro de 2024, Vera Kolodzig recorreu à sua conta de Instagram para falar sobre uma situação que aconteceu mesmo à sua frente e que «poderia ter sido trágica».

«Esta foto não é para me exibir. É para chamar a atenção para uma mensagem importante (que não tem nada a ver com a foto mas parece que o algoritmo distribui melhor quando estamos armadas em boas)», começou por esclarecer.

De seguida, foi direta ao assunto: «Estava eu na praia de Porto de Galinhas no último dia da minha estadia no Brasil, quando a multidão começou a bater palmas desenfreadamente. Pensei assim… “o que se passou? Um salvamento na praia? Algum espectáculo de rua que eu perdi?”».

Foi então que a amiga da atriz se juntou à multidão e esclareceu o que estava a acontecer: «Foi aí que olhei para trás e vi uma miúda às cavalitas de um senhor bem alto, com uma expressão de desespero e com tantas lágrimas a escorrer que quase subiu a maré. E foi então que a Amanda me explicou: quando uma criança se perde, o povo bate palmas para chamar a atenção da mãe e assim facilitar o reencontro. Nunca tinha presenciado tal prática mas achei genial! Para além de demonstrar uma união das pessoas para alcançar um bem comum. É certo que o Brasil é um país perigoso, em que ouvimos notícias de arrastões e outros crimes (felizmente não tão comuns na zona onde estive), mas também é um país onde o povo se une, canta, dança, ora a Deus, celebra a vida e se entre ajuda como pode».

«Fica a ideia de uma prática bem útil para se usar em praias, jardins, centros comerciais ou qualquer outro lugar onde uma criança possa ficar perdida», deixou como sugestão.

«As palmas baixaram passado pouco tempo. O reencontro foi rápido e assim se proporcionou um final feliz para uma história que poderia ter sido trágica. Partilha e pode ser que possamos adotar esta prática por cá também», concluiu.

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