Maria Botelho Moniz abriu o jogo sobre o preconceito que enfrenta como apresentadora de reality shows, defendendo com veemência o valor dos formatos que conduz, numa entrevista a Catarina Marques Rodrigues no #DonaDaCasa da Antena 3.
Recentemente, numa entrevista, uma jornalista questionou se as suas «valências» não estariam «no sítio certo», sugerindo programas de «grandes entrevistas». Maria refuta com firmeza: «Não. Não preciso estar a apresentar um programa de grandes entrevistas para mostrar que sei quem é o Fernando Pessoa». Enfatiza que «o contexto é aquele e está tudo certo», e que se diverte genuinamente: «vamos meter 20 pessoas dentro de uma casa e tudo pode acontecer».
Destaca ainda as aprendizagens mútuas: «Aprendem muito com a Voz ou com o Big, dependendo do formato. Aprenderam imenso com o nosso comandante e com os instrutores na 1.ª Companhia». Questionada se questionou o caminho, respondeu: «Não. Nunca questionei. Porque eu divirto-me mesmo». Maria Botelho Moniz, de «Dois às 10», «Big Brother» e «1.ª Companhia», reafirma: os reality shows ensinam lições de «cultura geral, de cultura militar e geral» a concorrentes e público.
A conversa expõe algum estigma sobre os reality shows em Portugal, mas também a força de quem os assume sem complexos e como formatos completos.