Vieram a público novos detalhes macabros sobre o crime que vitimou a filha da atriz Delfina Cruz, Maria Custódia Amaral. Esses detalhes fazem parte da acusação do Ministério Público (MP).
O crime tem detalhes macabros. Maria Custódia Amaral, de 54 anos, terá sido atraída à casa do alegado homicida, com a informação de que pretendia viver a habitação. Maria Custódia Amaral trabalhava como agente imobiliária.
Depois, foi manietada, foi amarrada, totalmente despida, agredida e a sua cabeça foi enrolada com película aderente, segundo o que refere a acusação citada pelo Jornal Sol. Na acusação é possível ler que o arguido «despiu-a na totalidade, agrediu-a » e «enrolou película aderente em volta da cabeça».
O MP frisa, ainda, que o arguido «permaneceu indiferente e deixou-a morrer». A causa de morte está descrita como asfixia por obstrução das vias respiratórias.
O homem que é acusado de matar a filha da atriz era seu ex-companheiro e terá escondido, depois, o corpo na arrecadação da habitação. Só vários dias depois, o terá transportado para a lagoa de Óbidos, onde o terá enterrado.
Recorde-se que após o desaparecimento, a Polícia Judiciária iniciou uma investigação e encontrou vestígios do crime na residência do suspeito. A acusação diz que foram encontrados os cartões bancários de Maria Custódia Amaral e a roupa que vestia no dia em que desapareceu.
O suspeito encontra-se em prisão preventiva e aguarda julgamento.