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Revelados novos detalhes sobre o assassinato da filha da atriz Delfina Cruz: «Enrolou película aderente em volta da cabeça…»

  • Ricardina Batista
  • 5 ago, 10:57
Revelados novos detalhes sobre o assassinato da filha da atriz Delfina Cruz: «Enrolou película aderente em volta da cabeça…» - TVI
Maria Custódia Amaral, filha da atriz Delfina Cruz, foi assassinada num crime com detalhes macabros
Maria Custódia Amaral, filha da atriz Delfina Cruz, foi assassinada num crime com detalhes macabros
Fotos: DR

Corpo da filha da atriz Delfina Cruz esteve enrolado em sacos de plástico e escondido numa arrecadação durante três dias. Foram agora revelados novos detalhes macabros sobre este crime

Vieram a público novos detalhes macabros sobre o crime que vitimou a filha da atriz Delfina Cruz, Maria Custódia Amaral. Esses detalhes fazem parte da acusação do Ministério Público (MP).

O crime tem detalhes macabros. Maria Custódia Amaral, de 54 anos, terá sido atraída à casa do alegado homicida, com a informação de que pretendia viver a habitação. Maria Custódia Amaral trabalhava como agente imobiliária.

Depois, foi manietada, foi amarrada, totalmente despida, agredida e a sua cabeça foi enrolada com película aderente, segundo o que refere a acusação citada pelo Jornal Sol. Na acusação é possível ler que o arguido «despiu-a na totalidade, agrediu-a » e «enrolou película aderente em volta da cabeça».

O MP frisa, ainda, que o arguido «permaneceu indiferente e deixou-a morrer». A causa de morte está descrita como asfixia por obstrução das vias respiratórias.

O homem que é acusado de matar a filha da atriz era seu ex-companheiro e terá escondido, depois, o corpo na arrecadação da habitação. Só vários dias depois, o terá transportado para a lagoa de Óbidos, onde o terá enterrado.

Recorde-se que após o desaparecimento, a Polícia Judiciária iniciou uma investigação e encontrou vestígios do crime na residência do suspeito.  A acusação diz que foram encontrados os cartões bancários de Maria Custódia Amaral e a roupa que vestia no dia em que desapareceu.

O suspeito encontra-se em prisão preventiva e aguarda julgamento.