Rita Pereira está a viver um dos momentos mais felizes da sua vida. E foi no “Dois às 10”, da TVI, que a atriz partilhou finalmente o significado por detrás do nome da filha que tanto tem intrigado todos.
Rita abriu partilhou que o nome Lowê já fazia parte da lista de preferências há muito tempo. «Se o Lonô tivesse sido uma menina, era esse o nome que ia ter», revelou. A escolha não foi ao acaso: além de ser curto e sonoro, é de fácil pronúncia em português, inglês e francês, um detalhe importante para o casal multicultural que Rita forma com Guillaume Lalung, nascido na Martinica. «Lowê, em francês, significa pequeno lobo. E depois, também significa luz e amor», revelou.
A pequena Lowê de 8 meses, é irmã de Lonô, de seis anos, e a chegada ao mundo foi tranquila e natural, como partilhou Rita: «Foi natural e correu super bem.» A atriz, de 43 anos, mostrou-se radiante com esta nova fase da vida, ainda que já tenha regressado ao trabalho, está atualmente em gravações da novela “Terra Forte”, a nova aposta da TVI.
Já o pai, Guillaume Lalung, continua a emocionar os seguidores com partilhas íntimas e significativas. Há alguns dias, a internet derreteu-se com uma publicação nas redes sociais, em que aparece com Lowê vestida com o tradicional tecido “madras”, típico das ilhas das Caraíbas. Na altura, explicou que aquele padrão não era apenas decorativo: «O ‘Madras’ é muito mais do que um tecido para nós, les Antillais... é um símbolo da nossa herança, das nossas raízes ‘Créole’ e do nosso orgulho cultural.»
Mais do que um nome bonito, Lowê começa já a carregar um peso simbólico que une diferentes culturas, línguas e afetos. A criança, ainda tão pequena, é o reflexo de um amor multicultural e de uma vontade genuína de preservar raízes e construir pontes entre culturas.
Nos comentários à publicação, o carinho é evidente. De elogios como «Créolinha amorosa Lowê 😍❤️» a mensagens ternurentas como «Ohhh meu Deus, que bebê mais fofo, linda, perfeita, maravilhosa», a bebé tornou-se um pequeno fenómeno de ternura nas redes sociais.
De forma discreta, mas cheia de significado, Rita Pereira e Guillaume Lalung mostram que a parentalidade também pode ser um espaço de cultura, afeto e escolha consciente, até no nome que dão aos filhos.