O “modo sobrevivência” chegou finalmente ao fim para os Recrutas. Alinhados e atentos, ouviram as palavras do Comandante, que fez um balanço das dificuldades enfrentadas ao longo da experiência e sublinhou os desafios de lidar com situações adversas.
A reflexão estendeu-se também ao grupo. Filipe reconheceu que uma das maiores dificuldades foi conseguir fazer fogo, tarefa que se revelou mais complexa do que antecipavam. Já Nuno destacou outro fator essencial: a necessidade de descanso. Para o recruta, além da gestão de recursos, a resistência física e mental depende da capacidade de recuperar energias.
Depois de dias marcados por exigência e superação, ficou evidente que sobreviver vai muito além da força de vontade.