Carolina Atalaia

Margarida Corceiro

No pico dos problemas sentimentais e profissionais de Diogo, um dia batem-lhe à porta e apresenta-se-lhe uma adolescente de 16 anos que afirma ser sua filha. Vem de malas aviadas, a mãe foi viver para o estrangeiro e ela não quis ir. Por isso decidiu procurar o pai e ficar com ele. Se durante 16 anos não tinha sabido da sua existência, teria agora que a compensar. A estupefação de Diogo não foi obstáculo para Carolina que, mesmo sem autorização, se foi instalando. Diogo não fazia a mínima ideia que tinha uma filha e, depois de confirmar a paternidade, também não sabe o que fazer com ela. Mas Carolina sabia bem ao que vinha: queria uma família. Para isso, estava decidida a jogar tudo por tudo, chantageando emocionalmente Diogo se fosse preciso.