James Marques Farrel

Graciano Dias

James, filho de pai norte-americano e mãe luso brasileira, politólogo, começou a sua vida profissional como conselheiro em campanhas eleitorais nos Estados Unidos. Um insucesso profissional nos Estados Unidos aconselhou-lhe prudência e levou-o a mudar-se de armas e bagagens para Portugal onde não teve grande dificuldade em tornar-se famoso pelo brilhantismo das suas atuações. Cruzou-se num debate televisivo com Graça pela primeira vez e, desde aí, os dois ficaram inseparáveis. Ela sentia que tinham as mesmas ideias, as mesmas ideologias, que poderiam quase ser almas gémeas. Chegou a sentir-se atraída física e emocionalmente por ele. Ele sentia-se atraído por ela porque rapidamente percebeu que poderia usar as suas fragilidades em favor da sua própria agenda. James, a quem não se conhecia vida familiar ou afetiva, estava disposto a tudo para pôr em marcha um plano próprio de conquista de poder. Usaria os meios que fosse preciso. Sem escrúpulos, sem remorsos e sem desvios de percurso.