Catarina Miranda marcou presença no programa 'Dois às 10', da TVI, esta quinta-feira, para esclarecer tudo o que viu e que a fez pôr um ponto final na relação com Afonso Leitão, ainda concorrente da atual edição do Secret Story - Desafio Final.
«Eu era para pedir o Afonso em casamento este fim de semana. Não sei como é que vai ser a minha vida, não sei se volto a entrar em algum reality show. Mas há duas semanas disse à produção que queria pedir o Afonso naquela casa, onde tudo aconteceu», começou por explicar.
O que a fez desconfiar
A ex-concorrente continuou: «Estava tudo certo, tudo alinhado, vestido comprado. Só que o dia antes da salvação, do comunicado, eu fui para casa. E até aí eu nunca mexia no telemóvel do Afonso, mas pensei que ia pedir aquela pessoa em casamento e ia mudar a minha vida. E naquele dia eu senti que tinha de ir ver aquela pessoa em específico».
«Houve aquela história da Mariana. Mas a minha confiança era tão cega que eu achei que aquilo tudo era mentira, que os 'gostos' nem existiam. Nem fui àquela gala sobre a Ana porque não me queria expor. Fiquei em casa e, quando me deparo com as coisas da Mariana, por muito louca que a pessoa pudesse ser, não se ia estar a expor assim», revelou.
Miranda acrescentou: «Entretanto, fui ao telefone do Afonso. E disse que fui eu que fiz os 'gostos' na Mariana, menti. Não fui eu. Dei a cara por ele, para o defender. Disse à mãe e ao irmão dele e eles defenderam-me. Eu mandei mensagem à Mariana e pedi para ela me enviar as coisas. Disse: 'Se for verdade, eu venho a público dizer que estive mal'. E ela disse-me: 'Catarina, se confias tanto nele, pergunta quando ele sair'».
Pormenores da traição
A jovem revelou depois todos os pormenores da alegada traição: «Cristina, se disser que foi coincidência depois o que eu apanhei (no telefone), ninguém acredita. Não tem nada a ver com a Mariana. São tantas as pessoas que eu nem consigo contabilizar. O que é grave. Ele apagou tudo. Eu não consigo precisar o que foi, mas tudo o que ele fez, como fez, onde fez, está descrito. E eu vi».
«Só o facto de ele ter pensado nisso... eu tenho os meus limites. As conversas que foram, o nível que foi, o palavreado que foi, os sítios onde supostamente aconteceu... ele nem deveria equacionar isso. Há mensagens dele com um amigo a dizer que fez, ele admite que fez. É um amigo que frequentou a minha casa e se fosse mentira era o primeiro a ligar-me a dizer que não era verdade. E ele não me disse nada ainda», afirmou.
Quando começaram as mensagens
Catarina Miranda contou ainda uma outra conversa: «A tia do Afonso disse-me: 'Onde há fumo, há fogo'. Ligou para a mãe dele para confrontar essa pessoa, esse amigo. Ele disse-lhe que era mentira, mas nas conversas... é verdade», disse revelando que «começou tudo no dia em que conheci o Afonso, até agora. É tanta coisa, é tão grave. Não vou expor o Afonso porque ainda tenho respeito e compaixão».
«Mandei os prints à Inês Morais para perceberem a gravidade. E disse para mostrar ao Cândido e ao Marcelo, para me dizerem se não é caso para eu estar revoltada. Para perceberem a gravidade da situação, para perceberem porque é que não quero apoiar mais. Hoje, parece que uma traição tem de ser uma coisa escandalosa. Não», rematou.