Os últimos tempos não têm sido fáceis para Cláudia Nayara. Depois de perder um bebé aos quatro meses de gravidez (a segunda perda gestacional), pouco tempo depois perdeu o avô. Agora, a artista chora nova morte: a do outro avô.
A cantora partilhou, nas redes sociais, um reels em lágrimas, a despedir-se da avô, que partiu precisamente no dia em que esta celebraria o aniversário.
«Avô… partiste… e logo hoje tenho espetáculo, mas eu vou… e vou dar tudo de mim! A avó hoje fazia anos e ela pediu fosses para a beira dela… juntai as mãos como juntavam aqui na Terra! Amo-vos muito… fechei-te os olhinhos e pedi um desejo… meu avô, estou sem chão… até já, meu rei», escreveu Nayara, numa mensagem carregada de emoção.
A artista recebeu inúmeras mensagens de carinho e apoio por parte dos seguidores, que se mostraram comovidos com o desabafo.
O mês passado, Nayara perdeu o outro avô...
«O céu hoje brilha, avô, mais tratado por tio Nando! Inacreditável. Até já», escreveu a ex-convidada do 'Dilema' numa paertilha, nos stories do Instagram.
Recorde-se de que Cláudia Nayara perdeu o bebé, um menino chamado Santiago, que esperava. Esta é a segunda vez que a cantora perde um filho, ainda na gestação. O anúncio foi feito no passado dia 15 de setembro, na página de Instagram de Cláudia Nayara.
A cantora perdeu o bebé durante um espetáculo, um momento trágico que ficou registado em vídeo e que tem emocionado todos os que acompanharam as imagens arrepiantes nas redes sociais.
Em contacto telefónico com o programa “Dois às 10”, da TVI, Cláudia abriu o coração e falou sobre a tragédia, descrevendo a dor que sentiu e os momentos de terror que viveu. Apesar da dureza da experiência, a artista fez questão de esclarecer que a perda não teve ligação com a sua atividade profissional: «Foi sempre permitido fazer espetáculos», afirmou, afastando assim qualquer hipótese de que o trabalho em palco tivesse sido a causa.
Em lágrimas, a cantora relatou os instantes que antecederam o aborto: «Na última música que estava a cantar, ainda bem que foi perante o público. Senti uma dor muito grande. A partir daí já não me lembro, só sei que me baixei, coloquei o microfone ao lado e pedi ajuda ao meu agente. Se me perguntares, Cristina, do que me recordo a seguir… apenas de me dizerem: “entra para o carro”. Estava com uma enfermeira e fui hospitalizada logo depois».