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As palavras arrepiantes de Marco Costa após perda dolorosa: «Esteve presente nos dias em que eu estava perdido»

As palavras arrepiantes de Marco Costa após perda dolorosa: «Esteve presente nos dias em que eu estava perdido» - Big Brother

Marco Costa enfrenta um momento de profunda tristeza após perder a melhor amiga Pipa

Marco Costa arrepiou os seguidores ao partilhar a sua tristeza pela morte de Pipa, a sua amiga de quatro patas. O animal era um membro da família e um dos maiores apoios do ex-concorrente.

Num texto arrepiante, Marco Costa recordou como Pipa o ajudou a ultrapassar os momentos mais difíceis, mas também como esteve presente nos mais felizes.

Leia aqui o texto completo: 

«Hoje perdi a Pipa.

Durante 14 anos, ela fez parte da minha família. Esteve presente em momentos que ninguém conhece. Nos dias em que eu estava feliz. Nos dias em que estava perdido. Nos momentos de conquista. Nos momentos de derrota. E o mais incrível é que ela nunca precisou de perceber o que estava a acontecer. Ela simplesmente estava lá.

Quando eu chegava a casa, ela estava lá. Quando eu precisava de um abraço sem palavras, ela estava lá. Quando o mundo parecia pesado, ela aparecia com a mesma energia, os mesmos beijinhos, o mesmo amor. E tudo o que ela queria em troca eram umas festinhas. Nada mais. Nenhum interesse. Nenhuma condição. Só amor.

Hoje estou triste. E durante muito tempo, ensinaram-nos que estar triste é sinal de fraqueza. Que devemos esconder as lágrimas. Que devemos parecer fortes. Mas hoje percebo uma coisa. A verdadeira força não está em fingir que não dói. A verdadeira força está em admitir que dói. Porque só sofre quem amou. Só sente esta ausência quem teve a sorte de viver uma presença tão bonita. A vulnerabilidade não é uma fraqueza. É uma prova de que tivemos coragem de criar ligações verdadeiras. É uma prova de que algo significou tanto para nós que deixou uma marca. E eu não quero esconder esta tristeza. Porque esta tristeza é o preço de 14 anos de amor. E, sinceramente, é um preço que pagaria vezes sem conta. Por isso hoje não quero ser a pessoa que parece forte. Quero ser a pessoa que é honesta. A pessoa que admite que está a sofrer. A pessoa que admite que sente falta. Porque a vulnerabilidade não nos torna mais pequenos. Torna-nos mais humanos. E talvez seja isso que a Pipa me ensinou durante todos estes anos. Que o amor não precisa de ser complicado. Que estar presente já é suficiente. E que, no final, as coisas mais bonitas da vida são também aquelas que mais custam a deixar partir. Obrigado, Pipa.

Por todos os beijinhos. Por todas as festas. Por todos os dias. E por me lembrares, até hoje, que amar profundamente é sempre um ato de coragem».

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