Renata Reis voltou a vir a público para se manifestar sobre o desaparecimento de Maycon Douglas. A ex-concorrente do Secret Story 8 mostrou-se indignada com as declarações que os «amigos» do seu ex-namorado deram à Crónica Criminal do Dois às 10.
Nas redes sociais, Renata Reis partilhou um comunicado onde responde a tudo o que foi dito pelos dois jovens.
«Isto é grave. Falaram na televisão, certo? Então vamos falar aqui também. É triste o que se está a passar, mas não vamos ficar calados por respeito à Neuza e ao Maycon. Eu, o Henrique e os amigos da Nazaré não sabemos quem está a falar na TVI. Como podemos pedir ao público em geral que tenha respeito pela Neuza, se certos “amigos” não o têm?», começou por escrever Renata Reis.
Furiosa, a jovem lamentou que esses «amigos» questionem a forma como Neuza, a mãe de Maycon, está a lidar com a situação, depois de estes terem afirmado que «desistiu facilmente de procurar o filho.»
«Existem atitudes profundamente tristes por trás de tudo isto: desconfiarem do melhor amigo do Maycon; andarem a perguntar onde moramos quando só queremos paz para percorrer praias, tratar de tudo com a polícia e oferecer apoio a uma mãe desesperada; massacrarem a pessoa que estava ao lado do Maycon; manipularem pessoas para irem ter com eles para que uma cartomante pudesse falar com elas; ficarem em casa da Neuza a tentar entrar no computador do Maycon, mesmo depois de a polícia ter dito claramente que não era necessário levar o computador. Isto é triste, mas é real», prosseguiu Renata Reis.
A ex-concorrente do Secret Story esclareceu ainda: «Não está a ser respeitado o trauma nem a forma como cada pessoa está a lidar com esta situação; cada um sofre à sua maneira, e isso devia ser respeitado; o telemóvel já foi entregue à polícia e devidamente investigado; estamos a aguardar o trabalho de todas as entidades competentes, nas quais devemos confiar, porque vivemos num estado de direito; a exposição excessiva deste caso pode prejudicar a tramitação normal da situação e causar ainda mais dor a quem já está a sofrer; caso exista a intenção de fazer pressão para que as buscas sejam efetuadas de outra forma, essa pressão deve ser dirigida às entidades competentes, como temos feito, para garantir que tudo está a ser devidamente realizado, evitando a exposição pública que pode prejudicar a tramitação normal da situação e causar ainda mais dor a quem já está a sofrer.»
«Eu ia ficar calada, mas vejo todos os dias o desespero de uma mãe que não está a ser respeitada – e isso não posso ignorar», terminou.
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