A nova edição do Big Brother Verão já está a dar que falar e, apenas dias depois da estreia, os concorrentes começam a conquistar destaque fora da casa. Mas há uma curiosidade que está a surpreender os fãs: a concorrente mais pesquisada no Google não é Catarina Miranda, uma das figuras mais mediáticas de edições anteriores.
Apesar de todo o foco inicial estar virado para o reencontro explosivo entre Catarina Miranda e Daniela Ventura, há uma nova protagonista a captar a atenção dos internautas — e os dados de pesquisa online não mentem. A identidade desta concorrente tem gerado curiosidade crescente, ultrapassando até os nomes mais sonantes do elenco. Falamos de Kina!
Saiba mais sobre esta concorrente...
Aos 63 anos, Kina, nome pelo qual Joaquina Branco é carinhosamente reconhecida pelo público, é uma mulher de fibra, talento e autenticidade. Natural de Beja, rumou à Grande Lisboa ainda na infância, onde cresceu e vive atualmente. Com um percurso de vida marcado por superações e conquistas, Kina construiu um nome respeitado no panorama nacional da moda, sendo ainda hoje reconhecida como uma das melhores estilistas do país.
Mas a sua força vai muito além do universo da moda. Comunicadora nata, mulher de emoções à flor da pele e dona de um sentido de justiça inabalável, Kina assume ainda destacar-se pela sua frontalidade, sensibilidade e genuinidade.
Aceitou o convite de entrar no Big Brother Verão, pois adora desafios e define-se como uma vencedora. Espera que seja uma experiência positiva e promete dar o melhor de si. Incomoda-a o julgamento dos outros, mas vai sem medo algum… pois, como diz, “o medo é o inimigo do sucesso”.
«Um dia olhei para quela sala enorme, para quela piscina, para o meu marido e disse: ‘o que é que eu estou a fazer aqui?’». Foi assim que Kina, Joaquina Branco, atual concorrente do Big Brother Verão, descreveu a época em que decidiu deixar tudo para trás, aos 39 anos.
Em entrevista a Goucha, Kina, criadora de moda que fez muito sucesso nos anos 80 e 90, conta que era espiada pelo marido e que se sentia numa gaiola dourada. Além disso, não usufruía dos luxos fruto do seu trabalho.
Por isso, partiu e foi conhecer o mundo inteiro. Tinha tudo, uma vida de luxo, uma carreira de sucesso e largou tudo para ser livre e feliz. Deixou para trás uma carreira fulgurante, o facto ser amplamente conhecida no mundo da moda e estar sempre nas revistas.
«Eu nunca me sentei naquela sala, eu nunca me sentei naquele sofá, eu nunca vi um filme na sala do cinema. Eu não era feliz tinha uma adição ao trabalho. Eu não tinha tempo para mim, eu só pensava em fazer vestidos.», contou. «Na minha vida privada, eu não era feliz. O helicóptero sobrevoava a minha casa quando eu desapareci…».
O marido «não era infiel», mas não a fazia feliz. «Só não conheço a Austrália. De resto quase tudo. (…) Fui viver, fui respirar. Vivi numa gaiola de ouro dos 24 aos 39 anos. O Hélder (marido) tinha seguranças atrás de mim para ver todos os meus movimentos. Isto não é mentira, os meus telefones tiveram em escuta, até os das minhas empregadas e do meu atelier. Eu descobri cassetes de conversas que eu tinha tido com a minha mãe na minha casa…», contou.
