Rodrigo Castelhano foi o concorrente expulso da 1ª Companhia neste domingo, 25 de janeiro. A sua participação na recruta mais famosa do país fez vir à tona a relação especial que mantém com Cristina Ferreira e, agora, o modelo decidiu falar publicamente sobre o tema.
Em 2014, Rodrigo Castelhano protagonizou a campanha do primeiro perfume lançado pela apresentadora da TVI, em 2014. Naquela altura, os dois mostraram que tinham uma amizade muito próxima, que o também DJ garante que se mantém até hoje.
«Ela é uma amiga para a vida, sempre que nos encontramos é espetacular. Tenho um grande respeito pela Cristina, sempre lhe agradeci muito pelos dois ou três trabalhos que fiz para ela», disse, em declarações à TV Guia, depois de deixar a 1ª Companhia.
«A Cristina é alguém que ajuda as pessoas de quem gosta e se me chamou para um segundo trabalho, foi porque gostou do primeiro (...) Ela é uma pessoa muito especial», acrescentou.
«Estávamos chateados»: A mágoa sobre a morte do pai e as últimas palavras que trocaram
Esta segunda-feira, 26 de janeiro, o modelo foi convidado do Dois às 10, onde falou sobre a experiência e também abriu o coração para voltar a explicar sobre o facto de não ter rapado o cabelo durante a recruta, por se tratar de uma homenagem que quer fazer ao pai, que morreu este ano.
«O meu pai tinha o cabelo comprido quando era novo, e eu queria ter fotos como as dele. Tenho muitas saudades do meu pai. Ele morreu quando eu estava na minha viagem de núpcias e ele não foi ao meu casamento. Foi inesperado», começou por dizer.
Já emocionado, Rodrigo Castelhano revelou a mágoa que sente por não ter resolvido uma chatice que teve com o progenitor antes deste morrer. «Antes de ir para a viagem, nós estávamos chateados e eu disse: “Vê lá, não morras, que temos coisas para resolver”. E ele morreu. Ficou entalado. Custa», disse, de voz embargada.
Na mesma conversa, Rodrigo Castelhano explicou que o ano de 2025 foi muito duro: «Foi um ano muito difícil. Também tenho saudades da minha avó. Muitas saudades. Não se preenche estes espaços vazios, tem-se muitas saudades e fala-se todos os dias com eles.»
Questionado por Cláudio Ramos sobre como é que se resolvia a mágoa que sente, o ex-recruta da 1ª Companhia explicou: «Há de se resolver, quando morrer. É uma mágoa. É complicado. Está resolvido e não está resolvido. Fiz as pazes, mas gostava de ter falado com ele.»
«A minha avó já estava velhinha, era esperado. Agora o meu pai... e nós chateámo-nos, mas foi uma chatice estúpida. E dói ainda mais. Não devia ter acontecido, porque não era comigo (...) E soube na lua de mel, tive de vir mais cedo. Não passo por cima da mágoa, está lá. Mas acho que ele já desculpou, já vi que não fui eu», acrescentou.
Por fim, Rodrigo Castelhano confidenciou que tem o coração ocupado, depois de se ter divorciado. «Tenho o coração ocupado. A vida continua. É como as mortes. Se seguimos em frente depois de uma morte, porque é que não havemos de seguir depois de um divórcio? É muito mais difícil uma morte do que um divórcio», completou.
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