No “Dois às 10”, Américo recorda uma infância marcada pela perda e pelo abandono. A mãe morreu durante o parto e, pouco depois, o pai deixou-o, após ganhar um prémio na lotaria. Foi a avó quem o acolheu e lhe deu tudo o que podia, mas também quem, durante anos, lhe fez sentir o peso de uma culpa que não lhe pertencia, lembrando-lhe que tinha “matado” a própria filha.
Américo recorda reencontro com o pai anos depois de este o ter abandonado: “Ele sentiu-se como lixo”
2 set, 11:47