Dois às 10 - Renata Andrade e Arthur Almeida revelam que são um casal

5 jun, 09:55
Dois às 10 - Renata Andrade e Arthur Almeida revelam que são um casal - TVI

No «Dois às 10», recebemos Renata Andrade e Arthur Almeida os ex-concorrentes do «Big Brother» revelam como está a ser a vida fora da casa. Recebemos Catarina Martins, cabeça de lista do bloco de esquerda às Europeias. A nossa convidada falou das suas raízes e dos seus objetivos para a Europa. Fomos acompanhar a cerimónia final da campanha «Natal a Meias», em que foram entregues três ambulâncias e vários equipamentos individuais a 35 associações de bombeiros de todo o país. Conhecemos a história de Carlos Ramos, o nosso convidado recorda o inferno que passou e ao qual sobreviveu no dia 11 de setembro de 1985. Tinha 25 anos quando sobreviveu àquele que foi, para muitos, considerado o pior acidente ferroviário de Portugal. O choque frontal entre dois comboios aconteceu a 11 de setembro de 1985, no Norte do país, ao final da tarde. Fomos ter com Joana ao Lugar das Quintas, uma das terras que mais sofreu com as cheias de 1967. Joana recorda a noite de 25 para 26 de novembro. Tinha ela 9 anos. Terão sido os gritos de um vizinho a dar o alerta, mas só quando o pai de Joana abriu a porta de casa e se deparou com uma avalanche de água a entrar por ali adentro é que toda a família percebeu o que se estava a passar. O pai de Joana gritou para que todos fugissem. E foi o irmão mais velho quem tirou Joana de casa pela janela do quarto. Dali foram para a casa de uma vizinha, mas também esta inundou, obrigando-os a sair dali para outro sítio. Mais uma vez, saíram pela janela. No meio desta confusão, a mãe de Joana desapareceu, havia sido levada pela corrente. Joana afirma que não foi possível salvarem nada. Saíram com o que tinham no corpo, ela vestia apenas uma camisa de dormir que, entretanto, ficou toda encharcada. Joana conta que só na manhã seguinte foi possível ver os estragos – muita lama, muitos destroços, muitos corpos «morreram famílias inteiras». Joana diz ainda lembrar-se bem dos camiões que chegavam para levar os corpos para serem lavados e de ver um helicóptero que para ela já nada lá ia fazer. Por fim, confessa que ainda hoje, mais de 50 anos depois, tudo aquilo ainda mexe com ela, tanto que sempre que chove mais intensamente, teme voltar a passar por outras cheias. Joana é uma sobrevivente das cheias de 1967. 

Na «Atualidade», o repórter Bruno Caetano faz o enquadramento do caso de um mulher grávida morta à facada pelo pai do bebé. Partilhamos entrevista com o irmão da vítima.  A repórter Ticiana Xavier faz o enquadramento do caso de um homem sequestrado quando ia trabalhar. Partilhamos entrevista com homem que encontrou a vítima do sequestro.  Os nossos comentadores analisam caso de uma mulher, de 60 anos, que vivia com toneladas de lixo e 40 animais dentro de casa.