Em «A Sentença», João Patrício apresenta o caso «Funeral trocado». Durante a pandemia de Covid-19, Américo perdeu a mãe, que vivia num lar e foi hospitalizada ao mesmo tempo que outra utente da instituição. Uma alegada falha hospitalar levou à troca de identidades das duas mulheres, numa altura em que, devido às regras sanitárias, não era possível o reconhecimento presencial dos corpos e os funerais decorriam com caixão fechado. Fernanda, diretora do lar, garante que todos os procedimentos foram cumpridos com base na informação transmitida pelo hospital e foi ela quem comunicou o óbito a Marisel, filha da outra utente, que acabou por organizar o funeral e a cremação. Américo acusa o lar e Marisel de negligência e considera que ambos trataram a situação com leviandade, responsabilizando-os por não se ter podido despedir da própria mãe.
Funeral trocado na pandemia: filho acusa lar e família de cremarem a mãe por engano
14 jan, 16:31