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Estudo revela que o consumo de café instantâneo pode aumentar até sete vezes o risco de degenerescência macular seca, sobretudo em pessoas com predisposição genética.
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Investigação analisou dados genéticos e hábitos de mais de 500 mil indivíduos, identificando uma ligação direta ao café instantâneo.
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Apesar dos antioxidantes presentes no café, os efeitos variam conforme o perfil genético, não tendo sido encontrada relação com a forma húmida da doença.
Um novo estudo veio lançar alertas aos consumidores habituais de café, sugerindo que a escolha entre café expresso e instantâneo pode ir muito além do sabor ou da conveniência. O consumo de café instantâneo, em conjunto com determinados fatores genéticos, pode aumentar até sete vezes o risco de desenvolver degenerescência macular relacionada com a idade (DMRI) na sua forma seca, uma das principais causas de perda de visão em pessoas mais velhas.
De acordo com o Medical News Today, a investigação foi conduzida com base em dados genéticos e hábitos de consumo de mais de 500 mil indivíduos. Os resultados mostraram uma associação entre a predisposição genética para consumir café instantâneo e uma maior probabilidade de desenvolver DMRI seca.
Embora o café seja conhecido por conter antioxidantes benéficos, os investigadores alertam que certos tipos — como o instantâneo — podem ter efeitos negativos em pessoas com perfis genéticos específicos. Por outro lado, o estudo não identificou qualquer ligação entre o consumo de café e a forma húmida da doença.
Os cientistas pretendem agora aprofundar a investigação, procurando compreender de que forma o metabolismo do café instantâneo poderá influenciar diretamente a saúde ocular e contribuir para o desenvolvimento da DMRI.
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