Depois de vídeo chocante, perfil da ex-concorrente do "Big Brother" Marie é analisado ao pormenor: «Ela vive a fazer o que quer» - V+ TVI1224
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Depois de vídeo chocante, perfil da ex-concorrente do "Big Brother" Marie é analisado ao pormenor: «Ela vive a fazer o que quer»

  • Francisca Pinheiro
  • 14 nov 2024, 13:37

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No «V+ Fama», Adriano Silva Martins fala com Susana Areal, analista comportamental, sobre a polémica que envolve Marie, ex-concorrente do «Big Brother Famosos» e do «Dilema».

Susana Areal após ter analisado o vídeo de Marie na igreja começa por afirmar: «Este vídeo é chocante para qualquer pessoa… o que nós vemos aqui é uma pessoa que tem uma necessidade de reconhecimento, alguém que precisa de estar na ribalta, que se alimenta disso, alimenta-se das luzes da ribalta, das redes sociais das revistas…».

E afirma que a agravar o que este perfil já tem «temos o chamado Síndrome de Peter Pan: característico de pessoas que se recusam a crescer, são adultos que continuam a apresentar todas as características de um adolescente: a rebeldia, o fazer o que quer e achar que tudo é possível, tudo é brincadeira, porque eu sou livre… o acharem que tudo podem… a Marie vive isto».

A analista comportamental acrescenta: «a forma como se veste, como entra numa igreja de uma forma perfeitamente ofensiva, ninguém entra numa igreja assim vestida…. Ela tem consciência perfeita, ela sabe que é a crença de muita gente e que ela quer contestar quer ir contra como fazem os adolescentes».

Susana Areal afirma que Marie tem plena consciência e que não apresenta qualquer tipo de patologia mental, ela tem perfeita noção do que faz. E, também questão de deixar bem claro que «se trata de uma boa menina, não vamos achar que um erro define uma pessoa. A Marie é uma boa menina, mas é uma menina que nunca cresceu e claramente nos mostra que nunca lhe foram impostos limites. Ela vive a fazer o que quer e acha que nada tem consequências».

O importante agora, segundo a analista comportamental, é a Marie «ser acompanhada em psicoterapia por um bom profissional. A própria família começar a impor-lhe determinados limites e a responsabilização. É importante que ela perceba que a ação tem consequências e é isto que está a faltar à Marie».

Veja a análise e os comentários de António Leal e Silva, Guilherme Castelo Branco e Pedro Capitão sobre o tema:

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