Fãs em choque com foto de Michael Jackson na mesa de autópsia, divulgada recentemente - V+ TVI1224
Foto: AP Photo/Michael Mariant, File

Fãs em choque com foto de Michael Jackson na mesa de autópsia, divulgada recentemente

  • Redação V+ TVI
  • 22 abr, 11:53

A morte do artista continua a dar que falar, sobretudo agora, que surgem novas informações por parte do médico legista

O médico legista responsável pela autópsia de Michael Jackson afirmou em tribunal estar convicto de que o artista não terá administrado a si próprio o propofol, substância que esteve na origem da sua morte, a 25 de junho de 2009. Christopher Rogers prestou depoimento no Tribunal de Los Angeles, no âmbito do julgamento de Conrad Murray, acusado de homicídio involuntário. Segundo o especialista, as circunstâncias apontam para que a morte do cantor deva ser considerada um homicídio.

Durante a audiência, foi exibida uma imagem do corpo de Michael Jackson na mesa de autópsia, o que gerou forte impacto entre os presentes, levando mesmo uma pessoa a abandonar a sala. Ao longo da sessão, foram ainda revelados alguns pormenores sobre o estado de saúde do cantor, incluindo problemas urinários e de visão.

Conrad Murray sempre rejeitou qualquer responsabilidade, alegando inocência e sustentando que terá sido o próprio músico a administrar o fármaco. No entanto, Christopher Rogers contestou essa versão, defendendo que Jackson não teria tido tempo para se auto-injetar durante o curto período em que o médico afirma ter saído do quarto — cerca de dois minutos — nem para entrar em paragem respiratória nesse intervalo.

Além disso, testemunhos e registos telefónicos apresentados em tribunal indicam que o médico poderá ter estado ausente durante um período significativamente mais longo, próximo dos 45 minutos. Caso seja considerado culpado, Conrad Murray arrisca uma pena até quatro anos de prisão.

Relacionados

Fora do ecrã

Mais Fora do ecrã