Sylvie Dias, conhecida pelo público por ter participado em mais de 300 episódios de Morangos com Açúcar, surpreende agora com uma nova etapa profissional. Entre 2003 e 2007, a atriz deu vida a Marina Vicente, personagem que marcou uma geração e consolidou o seu percurso televisivo. Hoje, aos 46 anos, Sylvie encontra-se afastada do pequeno ecrã, mas mantém a criatividade e o entusiasmo em novos desafios.
Recentemente, a atriz revelou nas redes sociais que se tem dedicado a uma grande paixão: a fotografia e o vídeo subaquático, focando-se na captura da beleza do mundo marinho. Com entusiasmo, Sylvie descreve esta nova atividade como “o lugar onde quero estar”, refletindo a ligação pessoal e emocional que sente pelo mar e pelos animais que o habitam.
No dia 3 de março, Sylvie Dias participou no programa Bom Dia Alegria, onde contou em detalhe a sua nova trajetória. Revelou que o fascínio pelos animais marinhos e pelo mergulho remonta à infância, tornando este projeto mais do que uma profissão: trata-se de um sonho antigo que agora se concretiza. Através das redes sociais, a atriz partilha regularmente imagens e vídeos que retratam esta paixão, conquistando seguidores que acompanham este lado mais pessoal e artístico da sua vida.
Ao longo da carreira, Sylvie Dias acumulou uma vasta experiência na representação, integrando diversos projetos da TVI além de Morangos com Açúcar. Entre eles destacam-se “Casos da Vida” (2008), “Campeões e Detectives” (2008-2009), recentemente reexibido na TVI Ficção, “Meu Amor” (2010), “Anjo Meu” (2011-2012), “Mulheres” (2014), “Massa Fresca” (2016), “A Teia” (2018) e “Amar Depois de Amar” (2019). Esta trajetória consolidou-a como uma presença constante na televisão portuguesa durante mais de uma década.
Agora, Sylvie Dias dá um passo ousado, mostrando que é possível reinventar-se e seguir paixões pessoais mesmo depois de uma carreira consolidada na representação. Com a fotografia subaquática, não só explora a sua criatividade, como também partilha com o público a beleza do mundo marinho, provando que, para além do ecrã, a arte pode ser vivida de inúmeras formas.