Nelinha exalta-se com Bino

  • 14 jul, 00:00
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Bino (Pedro Alves) diz que o ponto preto que Tomé (Pedro Teixeira) viu, é humidade. O pai de Betinha (Ana Marta Contente) tenta falar novamente, mas a voz não lhe sai. Aida (Ana Guiomar) pede ao marido para olhar para cima, mas dá-lhe uma cólica e ele sai dali a correr. Ela também se queixa do perfume de Bino e não gosta de ouvir a filha a desejar-lhe boa sorte.

Ana Carolina (Beatriz Barosa) e Corcovada (Maria do Céu Guerra) chegam à casa do povo e os populares vêm cumprimentá-las. A jovem ri-se, pois parece que Corcovada é a rainha da aldeia.

Glória (Catarina Avelar) ainda indignada com o boletim de voto, mostra-o a Corcovada esperando apoio, mas ela ri-se. Bino fica desanimado ao ver que Corcovada foi para um guichet sem câmara.

Fátima (Marta Andrino) está muito irritada por ter ficado sozinha no café e descarrega no manípulo do café. António (Luís Simões) tenta acalmá-la e disponibiliza-se para ajudar. Ela fica momentaneamente mais calma, mas logo volta ao estado inicial.

Nelinha (Inês Herédia) tenta perceber o que se passa com Tomé, para o ajudar a desbloquear a voz. Quando vê Bino, ele volta a ter um fio de voz e fala na câmara. O pai de Carlos (Rodrigo Paganelli) tenta descredibilizá-lo e Tomé avança para ele. Ao ver aquilo, São (Sílvia Rizzo) protesta com Fernando (Manuel Marques) por só terem chegado agora.

Fátima anda numa azáfama a atender os clientes todos. António continua com o manípulo na mão e olha especado para a máquina do café. Ele assume que não sabe como aquilo funciona, mas está disposto a aprender. Ela pede-lhe para ir votar e desamparar-lhe a loja. O jovem fica desanimado.

Carlos está numa sala à parte e Louis (Valdemar Brito) e Vuitton (Beatriz Costa) vão ter com ele. Carlos queixa-se que as pessoas parecem todas malucas com as eleições e que o pai dele é o primeiro. Os irmãos revêem-se no que ele diz e até acham que têm mais juízo do que os pais. Carlos ri-se.

Está instalada a confusão. Nelinha está aos gritos com Bino por causa das câmaras. Tomé quer intervir, mas ainda não tem voz. Fernando e São a tentam perceber o que se passa. O Padre (Carlos M. Cunha) tenta acalmar os ânimos, mas sem sucesso. Corcovada sai da cabine de voto e põe ordem na sala. Diz que a partir de agora quem manda ali é ela. Todos engolem em seco. Ela decide que quem já votou deve ir embora e no final das votações chamam-se os candidatos. Tomé ainda tenta chamar a atenção para a câmara, mas não consegue falar e ninguém percebe.

Paulo (Hélder Agapito) entra no café e Fátima, desesperada, reage com ironia. Ele estranha a forma como Fátima o trata, mas desvaloriza.

Vuitton faz vários elogios a Carlos e ele fica desconfortável. Louis faz sinal à irmã, mas ela não gosta e começa a protestar. Ana Carolina chega e Louis fica tenso. Carlos convida-a para se sentar na mesa e Vuitton olha-a de lado.

Fátima continua a falar com Paulo de forma irónica e ele começa a achar aquilo muito estranho. O carteiro diz que veio votar e ver Betinha. Fátima lembra-o que não é da aldeia, mas ele diz que é como se fosse. A empregada de Tomé concorda que ele é muito importante para a aldeia e Paulo começa a ficar com medo dela.

Glória entrega o boletim de voto a São e ela encaminha-se para a cabine de voto. Quando vê o boletim, São grita por Nando, mas Glória não o deixa ir ter com a mulher, pois só é permitida uma pessoa de cada vez. Quando Fernando vê o boletim também fica em choque.

Carlos e Ana Carolina conversam animados e Vuitton decide meter as garras de fora. A filha de São pergunta a Ana Carolina se gosta das roupas de Carlos e faz questão de dizer que foi ela que as escolheu. Vuitton inventa que o filho de Bino está sempre a ligar-lhe para fazerem coisas juntos e até já quis ir ter com ela a Paris. Ana Carolina não gosta e vai embora.

Tomé está furioso com o boletim de voto e Aida vai traduzindo o que ele quer dizer. Ele refere todas as trafulhices das eleições, incluindo os votos dos emigrantes. Depois percebe que "falou" demais e tenta disfarçar, mas António ficou desconfiado.

Glória protesta por estar com fome e por ter de estar ali por causa de uma festa. Betinha diz que a festa também é um bom motivo e lembra-se de ver Glória nas festas, muito feliz. Ea recorda uma festa com o marido e fica emocionada, a dançarem sorridentes e apaixonados. Depois volta ao seu ar carrancudo e protesta com tudo. 

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