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«Quem se vai abaixo à primeira, não tem futuro»

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A polémica da papa Maizena, a «instabilidade está no ADN do PSD» e o caso Qimonda. Manuel Pinho garante que Portugal não está tão mal como o resto da Europa

«De alma e coração» com Sócrates, apesar de não ser militante do PS, e na semana que protagonizou a polémica da «farinha Maizena», o ministro da Economia revela ao «Diário de Notícias», falando sobre o caso que envolveu o social-democrata Paulo Rangel, e numa longa entrevista sobre a situação económica do país, que «quem não tem fair play e quem se vai abaixo à primeira não tem qualquer futuro».

Pinho garante que não quer alimentar mais a polémica, que até levou a marca a agradecer publicamente pela publicidade gratuita, mas explica que as afirmações proferidas pelo social-democrata Paulo Rangel sobre «programitas», desenvolvidos pela AICEP, levou-o a «defender as pessoas» que com ele trabalham: «É a minha forma de estar na vida».

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Questionado sobre a possibilidade de o resultados das legislativas levarem à necessidade de um bloco central, Pinho não tem dúvidas de que só a maioria absoluta resultaria, numa altura em que Portugal vive «no meio de águas muito agitadas ¿ as da crise internacional. «A instabilidade seria um tiro no pé».

E «a instabilidade» - continua - «está no ADN do maior partido da oposição: em quatro anos, tiveram quatro líderes».

Sobre as «águas muito agitadas» da crise, Pinho garante que com «as políticas que foram seguidas nos últimos anos, mais este pacote de medidas», a economia portuguesa não está a comportar-se «pior do que a média».

Quanto ao desemprego, que pode chegar aos 10%, o ministro da Economia diz tudo fazer que «aumente o menos possível»: «Isso faz-se ajudando as empresas»; o que levou a entrevista do «DN» para o caso Qimonda, sobre o qual Pinho garante «não deitar a toalha ao chão».

«Tudo aquilo que dependa exclusivamente de Portugal pode ser feito. A Qimonda era uma empresa gigante, resolver o problema da Qimonda a nível mundial e na Alemanha não está ao nosso alcance (...)», explicou Manuel Pinho. Mas, «o Estado português é credor da Qimonda, pode adoptar uma atitude mais ou menos flexível para viabilizar uma solução. E, desde o início, ficou claro que o Estado português seria muito flexível no que diz respeito aos créditos que tem para com a empresa».

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