Três semanas sem batatas fritas. McDonald's prepara operação especial em França - TVI

Três semanas sem batatas fritas. McDonald's prepara operação especial em França

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  • 27 fev 2023, 17:30
Batatas fritas McDonald's (Foto: Reed Saxon/AP)

Como acompanhamento alternativo, os clientes terão à disposição cones com cubos de cenoura, beterraba e cherovia sem custo acrescido

A partir de 7 de março e durante as três semanas seguintes será impossível pedir batatas fritas num McDonald’s em França. Como acompanhamento substituto, os clientes terão à sua disposição cenoura, cherovia e beterraba que serão servidos numa mistura de pequenos cubos dentro de um cone de papel. O novo acompanhamento também terá as tradicionais opções médio e grande e “não terá qualquer custo adicional para o consumidor”.

A notícia está a ser avançada pelo jornal francês Le Parisien e também já foi confirmada pelo Le Figaro. As duas publicações francesas avançam que a operação especial da conhecida cadeia de fast food ainda só foi revelada aos trabalhadores da empresa através de um comunicado interno, mas deverá ser transmitida ao público com uma campanha de comunicação durante os próximos dias.

De acordo com o Le Parisien, a estratégia foi planeada para durar três ou quatro semanas e tem como propósito testar a receção dos consumidores a um novo e mais “vegetariano” acompanhamento.

Esta não é a primeira tentativa de inovação da empresa, que lança vários novos produtos por ano, mas é a primeira vez que coloca vegetais no cardápio francês, sendo que em Portugal já existem as “cenouras baby” como acompanhamento dos menus, além de saladas e sopas.

Fonte da marca explicou ao Le Parisien que objetivo é corresponder “às novas necessidades de consumo” e ao desejo dos consumidores de “diversificarem a sua dieta”. 

A intenção é também utilizar vegetais produzidos nacionalmente, sendo que é expectável que, só nas semanas da nova operação, sejam consumidas nos McDonald’s franceses cerca de 1,5 mil toneladas de cenoura, mil toneladas de beterraba e 700 toneladas de cherovia.

“É uma aposta, uma escolha ousada”, culmina a fonte citada pelo Le Parisien.

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