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Papa já tinha saído de Portugal e ainda havia contratos a serem assinados para a JMJ. É o caso das t-shirts usadas pelos peregrinos

Os contratos diretos, sem concurso público, são outra das polémicas geradas pela Jornada Mundial da Juventude. Várias entidades públicas, incluindo autarquias, continuaram a assinar ajustes diretos mesmo depois da JMJ terminar, para comprar, por exemplo, t-shirts que só serviam para o próprio evento. As despesas finais da visita do Papa ainda não estão fechadas. Mas até hoje, o evento já custou pelo menos 38 milhões de euros ao Estado.

14 ago, 20:11
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